Não arruíne a sua mente
Não arruíne a sua mente
Ou a beleza se esvai; o sol de Roma, cego,
Sepulta o seu hotel frio!
Onde era céu, inferno.
Tema os temores e o dilúvio
Que o tempo lépido se esconde no sangue do turista
E bamboleando deixa a casa escondida
Na vista da Roma perdida-em-ruínas.
Pense no seu sangue sem vida. Cuidado!
Os tijolos e os ossos descartados de Roma dormem ali.
Em cada cromossomo e gene
Está tudo o que era ou deveria ter sido.
Todas as sepulturas e tronos arquitetônicos
Atirados em ruínas em seus ossos.
Terremotos do tempo estão onde a vida cresce,
E toda a sua escuridão futura sabe,
Não leve essas ruínas internas para Roma.
Um homem triste sabiamente fica em casa;
Porque, se a melancolia for
Aonde tudo está perdido, sua perda cresce
E toda a escuridão que se emprega
Abundará – então viaje com alegrias.
Ou tudo o mais se consumará em ruínas.
Uma morte que esperou muito e até bem tarde
E todas as cidades ardendo de sangue
Vão sacudir e cair sãs e boas,
E você com visão arruinada verá
Uma Roma perdida e arruinada. E você?
Estátua trincada e remendada pela luz da lua
Ainda fugidia dentro da meia-noite da alma.
Então não siga viagem de mau humor
Ou falta de luz do sol no sangue.
Viajar assim custa o dobro,
Você e o império se perdem.
Quando a sua mente sepultura for drenada pela tempestade,
E tudo parecer lápide em Roma –
Turista, não vá.
Fique em casa.
Fique em casa!