Biblioteca
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Anatomia da História (11)
Anatomia da história é um guia passo a passo para construir a melhor história possível - seja um roteiro de filme ou série de TV, um conto ou um romance. Oferecendo novas técnicas e uma abordagem original, o renomado consultor de roteiros hollywoodianos John Truby ensina os 22 passos para construir uma narrativa eficaz, profunda e multifacetada. Por trás de o que acontece em uma história e como , está uma pergunta essencial: por quê? Sem recorrer a fórmulas mágicas, este livro propõe um método de criação de histórias focado no desenvolvimento moral e emocional dos personagens, valorizando a rede de relações entre tema e estrutura.
Usando como exemplo blockbusters do cinema que passam por O poderoso chefão , Casablanca e O silêncio dos inocentes e clássicos da literatura como Hamlet , O grande Gatsby e O senhor dos anéis , entre muitos outros, Truby decifra os elementos que formam uma grande história e entrega as ferramentas para que você crie a sua. Ao dominar assuntos como premissa, mundo ficcional, trama e construção de cena, você terá as ferramentas para elaborar um enredo surpreendente, expressar uma visão de mundo que ressoe no público e alcançar um desfecho que simbolize a potência de sua obra.

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Como escrever bem (23)
Considerado pelo The New York Times “a bíblia de uma geração de escritores à procura de dicas para uma prosa límpida e atrativa”, Como escrever bem é mais que um manual para jornalistas, autores de não ficção e profissionais de texto: é uma ferramenta preciosa para todos que se manifestam pela forma escrita, seja numa reportagem, num livro ou num simples e-mail. Não importa o conteúdo, há sempre uma técnica para transmiti-lo da melhor forma possível, com graça e coerência. Levando a sério os próprios ensinamentos ― que já lhe renderam mais de 1 milhão de exemplares vendidos ―, William Zinsser alia no livro a precisão do texto, a força do estilo e a profundidade das ideias para transmitir aos leitores um método eficiente de lidar com as complicações da escrita. Esta tradução se baseia na edição comemorativa dos trinta anos do livro, revista à luz das inovações trazidas pela escrita na internet, e contém um capítulo sobre a redação de histórias de família e de memórias. Passadas três décadas, nove edições e quatro atualizações desde sua primeira publicação, Como escrever bem continua sendo uma referência incontornável, e seu espírito permanece inalterado, com lições essenciais e perenes sobre criação e estilo.
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Como funciona a ficção (10)
Notabilizado por seus ensaios na revista The New Yorker e professor de crítica literária na Universidade de Harvard, Wood aborda, numa prosa inteligente e aguçada, os mecanismos, procedimentos e efeitos da construção narrativa. A representação do real na literatura é o eixo central de Wood, que questiona os limites entre artifício e verossimilhança na ficção. Em dez capítulos, elementos fundamentais do texto ficcional são discutidos pelo autor: o personagem, o foco narrativo , o estilo. A partir de vasto e diversificado repertório literário - de Henry James e Flaubert, de Tchékhov e Nabókov a Beatrix Potter e John le Carré -, este livro "perspicaz e cheio de achados", nas palavras de Milton Hatoum, traz análises reveladoras e acessíveis mesmo àqueles que desconhecem os rudimentos da crítica literária. Referência fundamental para escritores em formação, professores de literatura, e todos que se interessam pelo mundo das letras.
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A Arte de Escrever (6)
Nesta antologia de ensaios, o leitor vai encontrar textos que trazem as mais ferinas, entusiasmadas e cômicas reflexões acerca do ofício do próprio Schopenhauer, isto é, o ato de pensar, a escrita, a leitura, a avaliação de obras de outras pessoas, o mundo erudito como um todo. Embora redigidos na primeira metade do século 19, estes ensaios, ao tratar sobre o mundo das letras, os vícios do pensamento humano, as armadilhas da escrita e da crítica, continuam válidos – hoje talvez mais do que nunca. E, marca personalíssima do autor, são modernos, pulsantes de vida, de inteligência e humor.
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Seis Passeios pelo Bosque da Ficção (6)
O que é o texto de ficção? Em que medida ele difere da verdade histórica? O que ocorre quando o leitor mistura os papéis e considera como reais personagens fictícias? Estas e outras questões da arte narrativa são discutidas por Umberto Eco nestas conferências que realizou em Harvard.
O que é o texto de ficção? Em que medida ele difere da verdade histórica? E o que ocorre quando o leitor mistura os papéis e considera como reais personagens fictícias ou vice-versa? Estas e outras questões cruciais da arte narrativa são discutidas, de forma acessível e bem-humorada, por Umberto Eco, nestas seis conferências que realizou em 1993 na Universidade Harvard.
De Esopo a Ian Fleming, de Edgar Allan Poe e Nerval aos modernos experimentos de Georges Perec, passando ainda pela Paris de Alexandre Dumas, o noticiário da Guerra das Malvinas, os filmes pornográficos e seus próprios romances, Eco investiga os diversos aspectos da leitura, expandindo nossa percepção não apenas do mundo ficcional, mas também da própria realidade.
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Vex, Hex, Smash, Smooch (10)
📖 Vex, Hex, Smash, Smooch – Constance Hale
Adaptação em Português – Estrutura Geral
Capítulo 1 – O Poder dos Verbos
- Verbos são os motores da linguagem.
- Diferenciam frases mortas de frases vivas.
- Anatomia do verbo: tempo, modo, aspecto, voz.
- Como verbos moldam ritmo, tom e estilo.
Capítulo 2 – Verbos Fortes vs. Verbos Fracos
- Crítica ao abuso de verbos genéricos (ser, estar, ter, fazer).
- Como substituí-los por verbos vívidos e específicos.
- No inglês: evitar to be, to have.
- No português: evitar excesso de “ser/estar”, “ter/haver”.
- Exemplos literários mostrando como verbos precisos mudam a prosa.
Capítulo 3 – A Música dos Verbos
- O ritmo verbal na frase.
- Cadência curta e seca (Hemingway) vs. longa e ondulante (Flaubert).
- Diferença de efeito entre tempos verbais (pretérito perfeito x imperfeito).
- Uso do gerúndio, advérbios e perífrases.
Capítulo 4 – A História dos Verbos
- Origem dos verbos no inglês (raízes germânicas e latinas).
- Para nós: herança latina no português → enorme variedade verbal.
- A evolução dos tempos verbais como ferramentas narrativas.
Capítulo 5 – O Verbo na Narrativa
- Como os verbos constroem ação.
- A importância da voz ativa sobre a voz passiva.
- Como variar verbos de movimento, percepção, fala.
- Exercícios para “animar” cenas.
Capítulo 6 – O Verbo na Descrição
- Como usar verbos para evocar imagens, não apenas adjetivos.
- A diferença entre dizer “a sala era escura” e “a sala engolia a luz”.
- O verbo como recurso poético.
Capítulo 7 – O Verbo e o Estilo
- Verbos como assinatura do autor.
- Estilos verbais: minimalista, barroco, expressionista.
- Como o uso dos verbos revela “voz literária”.
Capítulo 8 – Exercícios e Aplicações
- Reescrever trechos trocando apenas os verbos.
- Caça aos verbos fracos em seu próprio texto.
- Criar cenas com verbos dominantes (ação, percepção, emoção).
- Aplicar os aprendizados em narrativa, descrição e diálogo.
📌 Resumo:
O livro todo é um tratado prático sobre como escolher verbos que tragam energia, ritmo e estilo à escrita.
No português, isso ganha ainda mais peso porque temos muito mais riqueza verbal do que o inglês (mais tempos, modos, vozes, sinônimos). - O Zen e a Arte da Escrita (16)
- Anton Tchékhov (1)
- Jorge Luis Borges (11)
- The Art of Subtext: Beyond Plot — Estudo Crítico Expandido (7)
- O Manifesto Comunista (10)
- Ryunosuke Akutagawa (1)
- Giovanni Boccaccio (0)
- José Guimarães Rosa (10)
- Philip K. Dick (0)